Chuva a sério no inverno
Chove aqui bastante mais do que em Vilamoura ou Faro. Um telhado que na costa aguenta mal, em São Brás dá infiltração no primeiro temporal. É a zona onde mais insistimos em fazer a cobertura antes de outubro.
São Brás é a porta da serra: mais alto, mais fresco, mais chuvoso do que a costa — e é essa diferença de clima que define o tipo de trabalho que ali fazemos.
Chegamos em cerca de 30 minutos · Concelho de São Brás de Alportel
Terreno a subir para a Serra do Caldeirão, com sobreiros, casario branco de tradição corticeira e uma humidade de inverno bem mais marcada do que junto ao mar.
Casa algarvia tradicional com açoteia e chaminé rendilhada, paredes caiadas e coberturas de telha canudo, muitas em processo lento de recuperação por gente que veio de fora.
Em São Brás o pedido mais comum é recuperação de casa tradicional: cobertura, humidade e pintura exterior, quase sempre em conjunto.
Também trabalhamos em: Centro, Alportel, Machados, Peral, Mesquita Baixa.
Chove aqui bastante mais do que em Vilamoura ou Faro. Um telhado que na costa aguenta mal, em São Brás dá infiltração no primeiro temporal. É a zona onde mais insistimos em fazer a cobertura antes de outubro.
As chaminés rendilhadas e as platibandas tradicionais partem com facilidade e não se compram feitas. Reparar exige refazer o desenho existente, não substituir por peça de catálogo.
Nas paredes tradicionais, fechar a parede com tinta plástica impermeável prende a humidade lá dentro e faz saltar o reboco. Nestas casas usam-se produtos que deixam a parede respirar.
Cada página explica como o trabalho se faz nesta zona em concreto.
Pintura interior e exterior com a preparação feita antes de se abrir a primeira lata.
Limpeza, reparação e impermeabilização de coberturas antes de a água chegar ao teto.
Revestimentos em pedra natural e muros construídos para durar, com drenagem a sério.
Pintura exterior em vermelho-almagre, pérgola nova em madeira maciça e recuperação do ladrilho de Santa Catarina do terraço.
Remoção de musgo e líquenes acumulados em anos sem manutenção, com tratamento para atrasar o regresso.
Saímos de Loulé e chegamos em cerca de 30 minutos. Fazemos a visita de avaliação sem cobrar deslocação.
Não. Vamos ver o trabalho em São Brás, medimos o que é preciso e enviamos orçamento discriminado. Só há custo se avançar com o trabalho.
Chuva a sério no inverno: Chove aqui bastante mais do que em Vilamoura ou Faro. Um telhado que na costa aguenta mal, em São Brás dá infiltração no primeiro temporal. É a zona onde mais insistimos em fazer a cobertura antes de outubro.
Trabalhamos, e é uma parte importante do que fazemos. Com autorização escrita do proprietário, ficamos com chave, entramos, executamos e enviamos fotografias do trabalho feito. Muitos dos nossos clientes não estão em Portugal quando a obra acontece.
Porque chove aqui bastante mais do que na costa. Um telhado que em Vilamoura ainda aguentaria uns anos, em São Brás dá infiltração no primeiro temporal. E quando começa a chover, toda a gente telefona ao mesmo tempo.
Sim. Não se compram feitas, por isso a reparação passa por refazer o desenho existente peça a peça. É trabalho lento e não se resolve substituindo por peça de catálogo, que se nota à distância numa casa tradicional.
Pode, mas é má ideia. A tinta plástica sela a parede e prende lá dentro a humidade que ela precisa de largar, e o resultado é o reboco a saltar ao fim de pouco tempo. Nestas paredes usam-se tintas minerais ou de cal, que deixam respirar.
Vamos ver o trabalho ao local. Chegamos em cerca de 30 minutos e o orçamento não tem custo.